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domingo, 27 de novembro de 2011

LUCY LAWLESS: Os 11 Fatos que Marcaram 2011

O ano nem findou ainda e já podemos contabilizar um bom montante de fatos que marcaram a biografia da nossa queridíssima atriz, Lucy Lawless. Entre campanhas sociais, entrevistas e seriados, Lucy encerra o ano em um excelente conforto profissional, que não só a mostra para o mundo inteiro como também cada vez mais a afasta da personagem Xena, o que sabemos que é ótimo para um ator. Refletindo sobre isso, Julliana Lawless, Tatinha Xenite e eu resolvemos, como lawlers fanáticas que somos, resolvemos enumerar os 11 fatos que julgamos serem os mais importantes na vida de Flawless esse ano. O resultado de um trabalho cansativo, porém muito gratificante vocês conferem a seguir.



• O quê? Spartacus: Gods of The Arena
• Quando? O seriado estreou dia 21 de janeiro e o último episódio foi ao ar dia 25 de fevereiro
• Onde? No canal Starz, nos EUA
• O Prequel da série Spartacus traz Lucy Lawless como protagonista, ou antagonista, ao lado de John Hannah. A minissérie tem 6 episódios (Past Trangressions, Missio, Paterfamilias, Behind the Mask, Reckoning e The Bitter End) que trazem os acontecimentos que levaram à ascensão da Casa de Batiatus e seus campeões antes que Spartacus chegasse como um escravo capturado. Outros atores se juntaram ao elenco que anteriormente participou de Spartacus: Blood and Sand (com exceção de Andy Withfield), como Dustin Clare, interpretando Gannicus, Jaime Murray, como Gaia, e Marisa Ramirez, como Melitta. Spartacus: Gods of The Arena é uma produção de Robert Tapert, Sam Raimi, Joshua Donen e S. Steven.  Lucy se mostrou otimista desde o início das gravações e disse que toda a equipe unida iria conseguir suprir a enorme lacuna que Andy deixou no seriado, quando teve que deixar seu trabalho para seguir com o tratamento para o câncer que tinha. A participação de Lucy em Spartacus rendeu à atriz um espaço na coluna de Maureen Ryan, da AOL, “My Emmy Predictions: Who Will Be Nominated, Who Should Be”, como uma das que deviam ser indicadas ao Emmy na categoria Melhor Atriz de Drama.




• O quê? 2011 OFFICIAL XENA CONVENTION
• Quando? 28, 29 e 30 de janeiro
• Onde? Los Angeles, California, EUA
• As convenções oficiais de XWP sempre destacam Lucy Lawless. A série foi o que lançou Lucy para o mundo, tornando-a conhecida pela personagem mais feminista da televisão, até então. Esse ano, a atriz participou da convenção apenas no domingo, dia 30, ao lado de Reneé O’Connor, Jacqueline Kim, Charles Keating, Charles Mesure e David Taylor. Tempos depois, o fandom xenite foi avisado de que aquela seria a penúltima XENACON oficial.


• O quê? Lucy dubla Stacy, personagem do episódio “A Piñata Named Desire”, 11° episódio da 6ª temporada de American Dad
• Quando? O episódio estreou oficialmente dia 13 de fevereiro
• Onde? No canal FOX, dos EUA
• A participação especial de Lucy do seriado animado American Dad exemplifica sua tendência para o lado cômico. No episódio, Stacy é uma aspirante a atriz, que contracena com Stan, nas aulas de Roger.



• O quê? Participação da Lucy em Super City with Madeleine Sami, TV Show cômico
• Quando? O episódio estreou oficialmente dia 18 de fevereiro
• Onde? O seriado é da Nova Zelândia
• Mais uma vez, Lucy prova que seu forte é a comicidade. No 2° episódio da 1ª temporada do seriado, Lucy aparece como a própria Sappho de Lesbos, com vestimentas de amazona. A participação pode ser considerada como uma paródia da personagem Xena.


• O quê? Resene Fastest Art Exhibition
• Quando? Lucy começou a pintar a Argo dia 3 de fevereiro e ganhou o prêmio do Facebook  dia 12 de março.
• Onde? Auckland, na Nova Zelândia
• Em dezembro de 2010, Lucy Lawless recebeu em sua casa um cavalo branco, de vidro, acompanhado por uma placa escrito “paint me”. Tratava-se de uma campanha da empresa de tintas Resene, para ver quem pintava mais rápido o cavalo. Além da Lucy, outras 17 personalidades como artistas, designers, músicos e estrelas do esporte participaram.  Na semana da Auckland Cup os cavalos pintados foram leiloados e os valores arrecadados foram doados para entidades beneficentes escolhidas por cada participante. No caso da Lucy, o cavalo (égua, na verdade), já com o nome mais que apropriado “Argo”, foi leiloado e sua renda foi doada para a Starship Foundation. Esse fato rendeu à Lucy um cheque no valor de $5.000, por ter ganho a Facebook LIKES Campaign, no dia 12 de março.


• O quê? Participação de Lucy em 4 episódios do seriado No Ordinary Family
• Quando? O primeiro episódio que Lucy aparece, No Ordinary Love, foi ao ar dia 1° de março, o segundo, No Ordinary Animal, no dia 22 de março, o terceiro, No Ordinary Future, no dia 29 de março, e o quarto, No Ordinary Beginning, dia 5 de abril.
• Onde? No canal Sony, dos EUA
• Lucy Lawless demonstra, mais uma vez, que apesar da veia cômica também sabe interpretar uma ótima vilã. A atriz dá vida à cientista Mrs. X, que pesquisa o efeito de uma vacina que dava poderes a quem a tomasse. Os episódios são os 17°, 18°, 19° e 20° da 1ª temporada do seriado, cujo cancelamento foi anunciado em maio pela ABC. Foi durante as gravações do seriado que Lucy deixou uma mensagem aos fans do facebook: “Hi Facebook! I've joined the crew on No Ordinary Family, and I'm sure I'm just gonna  be a wallflower. I'm sure I'm not going to cause the Powells any trouble whatsoever. What do you think?”.



• O quê? Participações em Campanhas Beneficentes
• Quando? De março à julho de 2011
• Onde? Nova Zelândia e EUA
• Várias campanhas que contavam com a participação da Lucy se destacaram em 2011. Uma delas surpreendeu inclusive alguns fãs, quando Lucy se ofereceu para passar uma noite na prisão como parte de um evento de angariação de fundos para o projeto SHINE (Safer Homes in NZ Everyday), que visa diminuir a violência doméstica nos lares neozelandeses.



• O quê? Elenco de Spartacus na Comic Com 2011
• Quando? 22 de julho
• Onde? San Diego, EUA
• Lucy Lawless, Liam McIntyre, Dustin Clare, Katrina Law, Manu Bennett e Steven DeKnight estiveram presentes na Comic Con de 2011 para divulgar a segunda temporada de Spartacus. O elenco e um dos produtores da série aproveitaram as entrevistas para dar informações sobre como será Spartacus: Vengeance, incluindo a informação oficial de que Liam McIntyre iria substituir Andy Whitfield, interpretando o protagonista da série.



• O quê? Lucy dubla personagem de vídeo game
• Quando? As gravações foram em maio
• Com mais esse convite para trabalhar como dubladora, Lucy prova que sua voz é tão marcante quanto sua atuação. Lawless dubla Seraphine, personagem do game de ação Hauted – The Demon’s Forge, que é uma sedutora aventureira guiada pelo vilão do jogo para atrair os protagonistas, prometendo riqueza e poder. Sobre essa oportunidade, Lucy disse estar contente: "Hunted is an incredibly dark, intense game and I'm delighted to have the opportunity to work on such a thrilling project. After playing the heroine for so long it's refreshing to portray such a villainous, seductive temptress!"








• O quê? Morte de Andy Whitfield
• Quando? 11 de setembro
• Onde? Sidney, Austrália
• Apesar de não ter diretamente relação com Lucy, a morte do amigo e colega de Lawless Andy Whitfield visivelmente afetou a atriz. O ator faleceu aos 39 anos, em meio ao ápice de sua carreira, vítima do câncer. A esse respeito, Lucy afirmou estar muito triste com a notícia: “Ele era um homem gentil que nunca disse uma palavra ruim sobre alguém, um fotógrafo talentoso, engenheiro (não muito!) e um ator brilhante".



• O quê? Lucy em 24 Hours of Reality
• Quando? 15 de setembro
• Onde? Auckland, Nova Zelândia
• Lucy foi convidada para apresentar o documentário 24 Hours of Reality. Ao aceitar, a atriz demonstrou mais uma vez como está preocupada não só com questões sociais como também sócio-ambientais. No documentário, Lucy fala a respeito das mudanças climáticas e de como isso pode afetar seu país e o Oceano Pacífico.






quinta-feira, 27 de outubro de 2011

JORNALISMO FRATERNAL I

As Mudanças do Ser Humano
O Homem quer saber: Somos, como seres humanos, capazes de mudar? Se sim, quantas vezes podemos mudar na vida?
Os Homens não são somente criaturas Divinas. Eles são a encarnação do próprio Divino. Sua essência é o próprio Deus, e como tal, não muda nunca. Assim foi criada, e assim permanece até o infinito. O que muda, na verdade, é a consciência da existência dessa Presença do Criador dentro do Homem. Antes de encarnar, o ser humano passa por um processo, ainda no mundo espiritual, no qual esquece quem é, esquece de onde veio, esquece o que passou em experiências passadas. Isso acontece para evitar conflitos que ocorreriam, caso o Homem recordasse de tudo. Não bastasse isso, quando encarnamos criamos, ao longo do tempo, uma “capa” encobrindo nossa essência. O trabalho da Fraternidade Branca é, em suma, ajudar o Ser Humano a dar mais esse passo evolutivo, para se auto-ajudar e ajudar também o Planeta onde vive. Em outras palavras, a Fraternidade trabalha para que a consciência de quem ele é, para que a consciência de que ele é o próprio Deus, aflore, por assim dizer.
Imaginemos, com o auxílio das explicações anteriores, que dentro de nós há duas presenças: uma verdadeira e outra inventada. A verdadeira é a extensão do próprio Deus, é a Presença Eu Sou em nossa alma, é nossa essência, é quem realmente somos. Essa carrega nossas características mais profundas, mais próprias, mais “nossas”. Ela é carregada de energias positivas, de luz, de amor, do que há de mais Divino (perdoem a redundância). A outra é inventada por nós mesmos: imaginemos esta como um robô, que programamos ações e reações, com a justificativa de nos adequar a nossa sociedade, por exemplo. Esse robô não pensa, e, com o passar dos anos, se torna cada vez mais cristalizado e automático. O que essa máquina que criamos mais detesta é praticar a auto-avaliação, a auto-ajuda, a auto-reflexão. Ela se preocupa apenas com o que a sociedade pensará, com o que é politicamente correto, com o que garantirá o seu pão de cada dia. Essa presença inventada se comporta como um muro de concreto que construímos ao redor de nossa essência, como conseqüência da encarnação.
Deixando clara a diferença entre nossa essência Divina e a “máquina” que criamos em cima dela, a mudança ocorre somente na presença inventada, que me referi há pouco, e pode acontecer a cada ano, a cada dia, a cada segundo. Isso simplesmente porque o momento que passa jamais voltará e as experiências adquiridas nesse tempo passado são acumulativas e tem o poder de nos modificar. Essa mudança, entretanto, só ocorre com a nossa própria permissão e vontade.
Imaginando essas duas existências, entendemos por que há tantos conflitos internos que passamos. É o que realmente somos competindo com o que supostamente devemos ser. Respondendo diretamente a pergunta, o que muda é a máquina que criamos dentro de nós. Ela pode mudar em direção à nossa essência, se “afinando” e deixando a Presença Eu Sou aflorar cada vez mais, ou pode “endurecer”, quando o Homem fica gradativamente automatizado. Mais uma vez digo que a direção que essa mudança toma depende única e exclusivamente de nós.
O fato é que quanto mais nos questionarmos sobre os nossos próprios desejos, nossas expectativas e nossos gostos, e principalmente tentar buscar o porquê de nossas opções, mais nos aproximamos da nossa essência, da essência Divina que existe em nós. Um efeito inevitável dessa ação é o fato de que quanto mais perguntamos menos respostas temos. Mas tudo bem. O importante é perguntar, da forma mais pura e sincera. E lembremos sempre que, embora esperemos por tantas respostas, uma a temos como certa: nós somos a extensão de Deus.

Age of Aquarius

Há tempos não via alguma obra que me fizesse chorar. Acabo de assistir a um dos maiores clássicos do cinema, “Hair”, 1979, que, incrivelmente, nunca havia visto antes. O filme, sem dúvida, teve um efeito muito significativo em mim, me forçando a sair de um mundinho onírico ao qual estou acostumada para entrar em outro, este muito mais envolvente e sedutor. Deste mundo, então, olho para a realidade e comparo os dois universos.
A sensação de liberdade que as músicas causam, os olhares que transmitem leveza e o movimento dos corpos, desacorrentados de qualquer pudor, das personagens me leva a pensar como a nossa sociedade é medíocre. Para que dinheiro em excesso? Por que os homens precisam cortar o cabelo? Por que roupas que combinam? Para que seguir regras de etiqueta, quando se tem educação? Muitos julgam esses comportamentos como sendo crias do capitalismo. Obrigo-me a acrescentar que quem as alimenta, então, somos nós: reclamamos, protestamos, fazemos manifestos aos montes na frente das nossas prefeituras. No entanto, mal largamos a bandeira do Che Guevara e então vamos ao shopping, ver o que há de novo. Ironia? Não. Ignorância: A situação mais preocupante hoje não é o fato de não lutarmos, e sim, não conhecermos por completo o motivo pelo qual lutamos.
O que podemos fazer para melhorar essa situação é tentar aflorar nossa essência, como se fossemos uma obra de arte. Enfeitar-nos com as cores do nosso humor do momento, pintar-nos de acordo com o que pensamos, vestir-nos como dita a filosofia na qual acreditamos, seja ela qual for. Dançar, falar, rir, beijar, brincar, amar quando tivermos vontade, obviamente sempre respeitando a todos, inclusive a nós mesmos. Os olhares que nos reprovam? Simplesmente ignorar e esperar até que estes percebam o mesmo que eu percebi agora, após esse filme.


Gaúchos de Setembro

Não tomo chimarrão, dancei somente 4 meses em CTG e andei apenas 2 vezes a cavalo. Fui criada numa cidade com ares de capital e cultura visivelmente italiana. Nada disso, porém, me faz menos gaúcha, nem diminui meu amor pelo estado. Nunca precisei, nem em setembro, nem em novembro, nem em janeiro, escancarar para o resto do país que nasci aqui, e ainda assim não conheci ninguém que não previsse a minha origem. Provo, com isso, que o gaúcho não é reconhecido pelos panos, e sim por sua alma tradicionalista, se assim ela for voluntariamente. Acredito que a cultura, propriamente dita, deve ser incorporada aos nossos costumes se, e somente se, for um processo natural, e não apenas para mostrar aos outros de onde viemos.
Infelizmente, não é sempre isso que vejo. Perco-me se contar nos dedos quantos exemplos percebo de “gaúchos de setembro”, ou seja, de pessoas, geralmente jovens, que só cultuam o tradicionalismo no mês farroupilha. É uma lástima perceber que mal passa a época e a maioria esquece o lugar onde nasceu, voltando a seguir modinhas estrangeiras, guardando a bombacha no fundo do armário e esperando 11 meses até reconhecer, com um orgulho um tanto hipócrita, que é gaúcho. Desfiles, homenagens e relembrança de fatos históricos da Província de São Pedro do Rio Grande são apenas ferramentas para ressaltarmos que, afinal de contas, setembro é o mês do gaúcho. Mas os costumes rio-grandenses devem ser naturais, e como outros, não se limitam a um mês por ano.
A mulher verdadeiramente gaúcha se mostra por si só, pelo olhar determinado e ao mesmo tempo feminino, e não necessita vestir uma fantasia para mostrar-se tradicionalista. O mesmo digo sobre o homem. Robusto, geralmente sério e cavalheiro, o gaúcho típico demonstra já em sua figura o lugar de onde veio. Obviamente, essas características variam de acordo com a região, a época em que o vivente nasceu e mesmo a sua personalidade.
Em suma, o que quis dizer aqui é que a indumentária, os costumes e a gastronomia devem ser cultuados de forma sincera e, principalmente, durante os doze meses do ano. Por isso te peço: se diz que ama, ame mesmo. Se te afirmas tradicionalista, realmente o sejas. Porque hipocrisia não é bem vinda, nem aqui no Rio Grande do Sul, nem no Rio Grande no Norte e nem em lugar algum.


Aprendizes da Experiência

(Texto escrito em 30/07)
Hoje foi um dia muito esperado por mim. Dois meses de preparo, de ansiedade, de criação, de improvisação, de estresse, de brigas e de risos, tudo para hoje. O projeto que eu, juntamente com colegas do curso Jovem Aprendiz do SENAC, preparamos, testou nossos limites muitas vezes e de diversas maneiras. Como pioneira em projetos voluntários, nunca pensei que isso nos tomasse tanto tempo e sugasse tanto nossas energias. Entretanto, o resultado que temos torna o voluntariado um vício.
Ao falar com as Senhoras do Amparo e Providência Lar das Vovozinhas, ao ouvir suas histórias, ao abraçá-las e ouvi-las agradecer por estarmos ali, ao sorrir para elas e receber um sorriso em troca, percebi que sou muito tola em querer reclamar de algum esforço extra que fiz para a realização deste Projeto. Simplesmente não me sinto no direito de me queixar de dor, por exemplo, uma vez que ainda estou em processo de recuperação de uma amigdalite. Não julgo justo reclamar a Deus por algum eventual problema que tenha tido na vida.
Certamente esse foi um dos momentos mais marcantes vividos por mim esse ano. 2011 pode reservar-me outras surpresas, mas nenhuma será tão especial quanto a que vivi nesse dia. Com a execução desse projeto, fica comprovado que os Aprendizes da Experiência somos nós, e não nosso público-alvo. Aprendi muito mais do que ensinei, e quero levar esses ensinamentos pro resto da vida.







domingo, 4 de setembro de 2011

A tale of two muses


Mais um ano passa desde o início da transmissão da história mais emocionante e envolvente da televisão. Há 16 anos, um grupo iluminado de artistas muda a vida de muitas pessoas com sua criatividade, sensibilidade e talento. Xena Warrior Princess significou e significa, até hoje, toda a minha infância e adolescência. Suas histórias me ajudaram a resolver problemas particulares, seu encantamento me ajudou a suportar a dor. Seus episódios me fizeram rir, chorar, gritar, dançar, amar. Me fizeram conhecer pessoas que hoje considero verdadeiros amigos.
Xena Warrior Princess deixou de fazer parte somente da história e do currículo de seus feitores e passou a ser integrante também da história de milhões de pessoas. Entre elas, estou eu: uma criança que teve sua vida mudada – para melhor – graças a essa série de sucesso. Obrigada Lucy Lawless, por ter me ensinado a correr atrás dos meus sonhos, por ter me ensinado que o bem é sempre o melhor caminho, por ser um dos fatores que justificam a minha felicidade. Obrigada Reneé O’Connor, por ter me ensinado o verdadeiro valor da amizade e por ter me ensinado a amar. Obrigada Ted Raimi, Claire Stansfield, Hudson Leick, Adrienne Wilkinson, e aos demais atores que aperfeiçoaram esse grande sucesso. Obrigada também aos diretores e a toda equipe, por permitir que essa série mudasse a vida de tantas pessoas.
A trajetória da Princesa Guerreira ao lado de sua alma-gêmea será perpetuada enquanto houver amor na Terra.











segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Um Mal Necessário

Depois de anos testando políticas mal-sucedidas que tentam erradicar o uso de drogas ilícitas em seu estado, o governo do Rio de Janeiro resolve ter uma atitude drástica, porém válida: a internação à força dos dependentes de crack.
A Ordem dos Advogados do Brasil manifestou-se contra esse tipo de internação alegando que isso violaria o direito dos usuários de ir e vir. Entretanto, como afirma o integrante do Ministério Público Paulista Marcelo Barone, o maior bem garantido pela Constituição é o direito à vida e à saúde do ser humano. Ou seja, não há sentido em priorizar o direito de ir e vir quando o indivíduo necessita mais urgentemente usufruir de seu direito à saúde, como é o caso dos transeuntes das cracolândias cariocas.
Por conseguinte, a internação compulsória traz benefícios para os familiares dos dependentes. Apesar da tristeza que essa atitude pode lhes causar, eles estarão seguros de que nos próximos meses seus filhos, netos ou sobrinhos estarão em boas mãos e longe do perigo das ruas. Além disso, a redução de usuários de crack nas vias públicas do Rio implicaria na diminuição dos índices de violência, favorecendo a sociedade carioca.
Assim, vemos que a internação compulsória dos dependentes de crack se comporta como um mal necessário: essa ação não trará apenas conseqüências positivas, mas sem dúvida é a alternativa que mais favorece os dependentes, suas famílias e a sociedade, devendo ser adotada inclusive por outros estados brasileros.